O sabor dos tempos: integração foto/vídeo. Greg Williams numa sessão para a Esquire faz um dois em um e aproveita a nova integração de vídeo na DSLR e grava um pequeno trailer – se assim lhe quiserem chamar – para fins de promoção. O resultado está aí e quem estiver registado no Vimeo pode descarregar o vídeo em tamanho suficiente para ser visto num iPad (outro sabor do momento).
Mensagens com Etiquetas ‘fotografia
Daisy Lowe por Greg Williams
O que é a fotografia de natureza hoje? Foi essa pergunta que aqui fiz há uns dias atrás e que recebeu duas respostas que na minha opinião são o sinónimo do desafio que enfrenta hoje a fotografia de natureza.
A do Zé Maria reflete um olhar mais tradicional sobre a maneira como a fotografia deve retratar a natureza: as paisagens belas, intocadas (apesar de milhares de pessoas lá passarem por ano…), com uma luz dourada, sem marcas da presença do homem. O diogo prefere perguntar onde está o olhar contemporâneo sobre a natureza.
O problema é que estas duas visões são antagónicas: uma pretende mostrar uma natureza segundo padrões que, infelizmente, já não se aplicam ao estado actual, o outro pretende actualizar o olhar fotográfico sobre o tema e fazer uma reflexão actual sobre o seu estado. É assim que entendo as vossas respostas, posso estar enganado e estou preparado para que mo demonstrem.
Tenho como certo que hoje os fotógrafos de natureza não podem nem devem escapar ao estado actual da mesma e que o seu registo deve ser orientado para a relação homem/território/natureza. Isso implica um novo olhar e uma nova reflexão sobre a fotografia de natureza, rompendo estereótipos e métodos tradicionais de olhar para o tema; acho que era isto a que o diogo se referia. Por outro lado o Zé Maria prefere uma fotografia de natureza onírica que nos faz querer estar naquele local, ir de visita lá e/ou largar tudo e viver num lugar ainda intocado pela mão humana, sem estradas nem ruas apinhadas de trânsito; eu percebo bem este ponto de vista. No entanto reconheço que esse mesmo ponto de vista, apesar de tentar através de imagens que as pessoas se ‘apaixonem’ pelos locais envolvendo-se depois na sua defesa, ignora o estado actual da natureza e o facto de que talvez as pessoas precisem mais de ver alguma da devastação causada pelas suas acções do que santuários da natureza já completamente devassados pela humanização – veja-se o caso do Gêres – ignorada depois pela objectiva ‘selectiva’ do fotógrafo.
Não sei o que se passa convosco mas frequentemente sou confrontado em locais recomendados, por alguns bons fotógrafos de natureza, com lixeiras, entulho por todo o lado, canos de esgoto e campos mais ou menos agrícolas encharcados de pesticidas e fertilizantes; e sim acontece-me com frequência mesmo em zonas de protecção natural, rede natura ou parques naturais.
Agora a questão fundamental: pode um fotógrafo da natureza ignorar este facto? Podem os fotógrafos de natureza continuar a fotografar como se isto não estivesse a acontecer no terreno onde estão? Não me entedam mal, os fotógrafos de natureza podem e devem mostrar esse lado deslumbrante da natureza selvagem mas não deveria estar a nascer também uma nova geração de fotógrafos mais preocupados em documentar e assinalar no terreno tudo o que não queremos ver e que arrumamos desleixadamente no ‘quintal das traseiras’ e onde esperamos que ninguém vá espreitar? E se o vizinho for espreitar, ele que ignore o lixo e que esteja atento aos canteiros de flores que lá nasceram espontaneamente…
Entendo que há lugar para ambos os estilos mas preferia que a fotografia de natureza se actualizasse de forma a documentar o estado das paisagens na actualidade, modernizando ao mesmo tempo o seu discurso. Mas isso sou eu quanto a vós não sei…
(ligação directa para o vídeo)
Este é o presente da fotografia em Portugal? Meia dúzia de frases sem sentido, uma máquina digital, um cemitério e um bar como estúdio, não sei por onde começar, se pelas fotografias se pela inexistência de uma corerência se pela falta de imaginação ou pela ligeireza com que tudo é abordado.
Este exemplo, mas poderia encontrar centenas deles, é apenas a face visível de uma certa forma de estar na fotografia que infelizmente começa a grassar um pouco por todo o lado onde estejam duas pessoas com uma máquina na mão: a certeza de que todos somos fotógrafos. E de facto somos mas num sentido mais estreito nem todos o são. Ser fotógrafo é mais do que ‘fazer uma loucura’, significa ter um plano, um projecto, sentido estético e de organização visual. Aqui nada disso acontece, é tudo tão efemero, tão no limiar do banal que sinceramente fico estarrecido com a facilidade com que este tipo de discurso chega aos ecrãs de televisão. Este discurso, ou a ausência dele se quiserem, é apenas sinónimo de falta de alicerces sólidos de fotografia ou de conhecimento do que é na realidade ser fotógrafo, da visita ao site verifico que desde a paisagem ao nú, do fotojornalismo ao retrato não há um único tema que não esteja abordado pele Daniel Pedrogram e isso lamento dizer mas é um sinal evidente que de facto não existe uma coerência estética e que experimentar tudo até acertar é a única opção que resta. Das fotografias não há muito a dizer excepto que não existe uma única que se destaque no meio do ruído visual, a coerência não está lá e o conceito de triagem é tão atabalhoado que praticamente não se pode afirmar que exista.
Em visita rápida pelo Olhares, a plataforma que tem gerado algumas colaborações com o CPf sabe deus como, e pela página do fotógrafo reparo em verdadeiras pérolas de discurso auto-descritivo:
“Mais cenas minhas:” – usada para listar todos os sítios por onde anda a postar fotografias,
“Coments que curti:” – usada para listar uma série interminável de comentários, alguns em mau português, que sendo completamente inócuos não adiantam muito ao discurso geral.
Se de facto a elevação de um discurso em matéria visual – seja ele sobre fotografia ou sobre outra arte visual – é essencial para a constituição de um espírito crítico por parte do público então a mediatização de abordagens deste tipo só produzem ruído e apenas confundem quem deseja ter uma visão clara do que é a fotografia. Confundir isto com fotografia não só é mau como não ajuda em nada a real percepção do que é ser fotógrafo.
(T)(S)er.
“What we do during our working hours determines what we have, what we do in our leisure hours determines what we are.”
George Eastman
É sempre uma discussão, esta do ser e do ter, interessante de debater com fotógrafos. Se por um lado a fotografia é arte por outro lado é inegável o lado técnico e tecnológico e perceber até que ponto cada um dos lados influencia o outro é uma discussão com possibilidades infinitas.
Será um fotógrafo cada vez melhor se tiver mais e melhor equipamento? Será a arte independente das ferramentas?
Acho que a questão central deste debate será sempre o de cada um ter as ferramentas necessárias para atingir os objectivos a que se propõe, aqui é que reside o problema de facto nos debates em torno dos equipamentos fotográficos, é que sem objectivos claros qualquer justificação serve para comprar uma nova máquina, uma nova lente ou uma nova impressora. Poder ter e manusear o melhor e mais recente equipamento, custe ele 1.000€ ou 10.000€, é uma justificação perfeitamente aceitável do ponto de vista da justificação da aquisição, do ponto de vista da utilização é fraca razão para o justificar e muitas vezes o Ter é mais forte do que o Ser. Resolver uma falta de inspiração ou tentar lutar contra a mesma empurrando o problema para a frente, gastando dinheiro numa nova lente que de repente vai resolver tudo é o caminho mais certo para ter uma excelente colecção de equipamento ao fim de uns anos mas também uma colecção impressionante de fotografias medianas…
Um fotógrafo, dizem que eu não tenho assim tanta certeza, fotografa com qualquer coisa nem que seja um pinhole feita com uma lata. Talvez. Mas um fotógrafo sentado numa margem de um rio à procura de fotografar uma garça real, chegaria a casa sem nada publicável e vendável.
Se as ferramentas não fazem o artesão, as ferramentas apropriadas fazem toda a diferença. Saber o que usar, quando o usar e porque o usar são apenas algumas das muitas decisões criativas que um fotógrafo tem que tomar. Um bom fotógrafo não compra uma lente (substituir por máquina, tripé, filme, o que melhor se adaptar a cada caso) que depois encaixa no seu método de trabalho, um bom fotógrafo compra uma nova lente porque para atingir determinado objectivo criativo precisa dessa lente.
Olhar, ver, sentir e fazer a fotografia são talvez as melhores ferramentas que os fotógrafos têm à sua disposição. Ter objectivos claros e bem definidos antes de carregar a mochila é meio caminho para fazer boas fotografias; trabalhar para um livro, uma exposição é trabalhar para um fim, sair e fazer algumas fotografias sem esse foco central é apenas trabalhar para o stock e nada mais. E o stock é algo que se mostra à família, aos amigos mas que dificilmente impressiona alguém fora desse círculo. Para atingir objectivos mais audazes temos que ser capazes de os impor a nós mesmos mas sobretudo ser capazes de os cumprir. Até ao fim. E sobretudo procurar não disfarçar a falta de objectivos com o excesso de equipamento.
criar um estilo próprio (+)…
Thinking in themes
William Neil ensina a importância de trabalhar por temas e fotografar os temas que nos atraem mas sobretudo como organizar projectos em torno desses temas.
Learning to see – confessions of a copycat photographer
Este artigo fala de vários aspectos de fotografar o que já é sobejamente conhecido e mesmo assim conseguir algo único e diferente de tudo o resto que já foi fotografado nesse local.
Lon Overacker explica no mesmo artigo que a familariedade traz a criatividade ou seja o conhecimento de um local pode reforçar a criatividade e ‘obrigar-nos’ a superar o que já fizemos nesse local. Acredito a 100% nesta pequena ideia.
Toward a personal style
Deste conjunto dos três ensaios este é claramente o meu favorito. Bem escrito e com um discurso positivo, Michael Gordon explica em meia dúzia de ideias bem estruturadas o que é conseguir um estilo próprio e dá dois conselhos que considero importantes: editar sem piedade os projectos e ser paciente.
Remember, photographic style is a subconscious evolutionary process and is the byproduct of experience and intensive image making. Forcing any step of this process might very well doom it to failure. Don’t worry about whether you have a unique style, and don’t agonize over how to develop one. Enjoy the process of making photographs and let things flow naturally. The Masters of Photography didn’t become Masters by forcing their style, nor did they become Masters overnight. Discover your self, focus on your subjects and your intent, and your unique style will naturally find its way to the surface of your photographs.
o estado da fotografia.
Um dos pensamentos que me assalta nestes últimos tempos é saber como é que a crise que atravessamos afecta a produção fotográfica. Em tempos de crise é natural que o espírito criativo se desenvolva, a procura de soluções fora do comum para problemas fora do comum obriga a que seja necessário pensar para além do óbvio e do conhecido.
Hoje os fotógrafos gerem a sua carreira como um negócio, tomam decisões de gestão como uma qualquer empresa e numa época de crise têm a sua atenção virada para a sua sobrevivência. Haverá ainda espírito para criar obras de arte?
O fotógrafo vê-se confrontado com várias decisões de sobrevivência de negócio e tem que produzir algo que o mantenha acima da concorrência, tarefa árdua sabendo que, por exemplo, hoje a concorrência de um fotógrafo é praticamente toda a gente com uma câmara na mão.
As publicações para cortar custos despedem os fotógrafos residentes e desatam a contratar freelancers que trabalham mais recebendo menos. A tragédia desta situação é que os referidos freelancers estão apenas a enterrar o mercado de que tanto precisam para sobreviver, ao aceitar receber menos e com menos direitos dificilmente chegarão à posição dos colegas que substituiram e, pior do que isso, são encarados como descartáveis ao primeiro sinal de crise. Sem laços fortes que os liguem aos editores de imagem são carne para canhão, ninguém os conhece e ninguém se importa. Ninguém se importa também que se vá buscar gente acabadinha de tirar um curso e sem tarimba, em muitos casos servem apenas para cobrir algo que não é possível comprar numa agência de microstock ou a um banco de imagem. Assim é difícil ser criativo…
O mui apregoado lema de fazer de cada um de nós o repórter no local do acontecimento pode ser bom para despoletar a cobertura desse acontecimento mas não pode ser a cobertura em si, o Zé no terreno desconhece conceitos de ética do que deve ser, ou não, captado. Qualquer dia arriscamo-nos a que as câmaras comecem a surgir apontadas indiscriminadamente a mortos e feridos em grandes planos dignos de um filme série B, pronto a ser exibido no Fantas. Aqui os limites éticos não podem ser deixados ao critério de quem está com a câmara na mão e não sabe o que fazer nem foi treinado para o fazer, nem tem a ver com conceitos estéticos, tem apenas a ver com o estrito critério moral do que é correcto. Arriscamo-nos a que apareça um novo tipo de paparazzo, aquele que de câmara na mão apenas espera o acidente ou a desgraça alheia para assim tentar a sorte e ter os seus quinze minutos de fama. Felizmente ainda tem havido algum bom senso por parte dos jornais e tv’s e ainda não se generalizou a divulgação de imagens cuja captura seja moral e eticamente questionáveis, mas de facto o risco existe e deve ser acautelado. E o risco só pode ser minimizado se quem está no campo tem a formação que lhe permita tomar essa decisão conscientemente: o repórter. Daqui se depreende que despedir repórteres pode minimizar os impactos da crise mas tem impactos profundos na forma como as notícias são captadas e, indirectamente, na qualidade dos meios que veiculam essas notícias.
No campo da fine-art a coisa complica-se, hoje coloca-se à venda uma obra de arte na internet por preços inacreditáveis, veja-se por exemplo o Yellow Corner da Fnac que vende fotografias 40×50 a 60€ com moldura. Pergunto o que se compra quando se compra Yellow Corner? Arte a metro, de bons artistas é certo, mas não deixa de ser arte impressa aos milhares (estamos no campo das open editions, onde apenas os formatos superiores a 60×75 são limitados) o que desgasta logo à partida o conceito de arte barata porque passa a ter o conceito das ‘obras’ vendidas no Ikea ou no Continente ou seja é bonito para pendurar na parede e pouco mais. Interessante é o conceito do 20×200 onde à partida se sabe quantos exemplares existem ou por exemplo o caso da Galeria Mundo Fantasma que faz edições de ilustradores muito interessantes, com bons preços e edições fechadas.
Mesmo argumentando que uma edição Lamba tem mais qualidade que uma impressão inkjet, e que a tem não há margem para dúvidas, mesmo assim os fotógrafos que lá estão têm mais lucro em imprimir em casa, controlar a cadeia toda e assim ganhar mais; têm é mais trabalho mas sem trabalho também não se chega a lado nenhum.
Por outro lado são artistas com uma carreira em estágio inicial e que poderão ganhar alguma exposição junto do público com esta parceria. Mas falta determinar qual é o público alvo da Fnac – e não dos artistas – para se avaliar a validade de tal associação, sem querer fazer tal avaliação de ânimo leve, eu diria que o público alvo da Fnac é tudo menos o público que vai à procura de fotografia, da sua carteira a Fnac terá 2-5% desse público? Porque vamos ser francos a Fnac não é conhecida por vender boas obras de arte mas sim por vender livros e aparelhos de electrónica a bons preços. Reparem que a Mundo Fantasma é uma livraria de BD mas que conheçe o mercado especializado e assim tem uma posição priveligiada para gerir a sua galeria dedicada exactamente a essa arte. É diferente de vender livros a metro e dvd’s a bom preço e de repente começar a vender obras de arte fotográficas. Arrisco-me a dizer que é um conceito diametralmente oposto.
Entenda-se já que sou a favor de boa arte a preços acessíveis, essa é a sobrevivência daqueles que não chegam às galerias e que tendo um trabalho notável o divulgam e comercializam por conta própria. Mas sou a favor de uma divulgação sustentada pelo próprio fotógrafo dirigida a público específico e depois a exposição em espaços que se concentrem na divulgação da fotografia. Atentem no caso da loja Monochrom em Berlim que ao negócio de material fotográfico juntou uma galeria que tem mostrado trabalho e boa fotografia (basta analisar o historial da galeria).
Em Portugal ainda faltam iniciativas deste cariz mas talvez estes surjam mais cedo ou mais tarde, será apenas uma questão de tempo. Porque em tempo de crise é necessário que os fotógrafos encontrem o público certo para não desperdiçar energias a ‘falar’ com quem não os entende, o sucesso depende também dos parceiros que escolhem e do seu conhecimentos do ramo. Para se sobreviver é preciso ser criativo, produzir boas fotografias mas particularmente procurar sinergias que lhes tragam novos públicos interessados em fotografia. É óbvio que não se podem ‘converter’ todos mas nesta altura é mais fácil conquistar um público que à partida tem uma certa apetência pela fotografia do que conquistar novos públicos sem essa apetência. A formação de novos públicos é algo que virá com o tempo e com o habito de ver fotografia.
Nota final: ainda existem fotógrafos capazes de dar algo seu, entenda-se trabalho, em troca de nada; veja-se o exemplo do Scott Streble que vai fazer retratos para gente desempregada usar nos seus CV’s a troca de nada. Espera ele que no retorno da economia alguns dos retratados se lembrem da sua ajuda e por sua vez o ajudem. Mas o facto de ser gratuíto não significa que é mau, apenas é um serviço prestado com a qualidade habitual com uma forma prevista de pagamento diferida no tempo.
Cabaz de natal.
Em colaboração com a loja Colorfoto trago-vos hoje um cabaz com vários itens para meterem no sapatinho do fotógrafo lá de casa ou da família. Há prendas para vários preços e tamanhos, portanto abrange vários tipos de bolsa e de fotógrafos. Boas compras!
Canon Powershot G10
A compacta do momento, pequena, com excelentes capacidades e boa qualidade de imagem. A lente tem um alcance limitado mas nas mãos de um fotógrafo experiente a máquina produz resultados de qualidade superlativa. É a minha prenda de sonho e espero ter uma na mão para poder publicar um teste dentro em breve.
Colorvision Spyder3 elite
Um excelente calibrador de ecrã de qualidade absoluta. Eu pessoalmente uso um, tem capacidade de calibrar até dois monitores em simultâneo, pode ser programado para emitir um aviso caso o(s) monitor(es) fiquem descalibrados e é a ferramente essencial em edição de imagem. Essencial para fotógrafos exigentes e que exigem um workflow calibrado.
Flash Canon 580EX / Flash Nikon SB900
Dois flashes de topo para fotógrafos expert. O topo da gama das respectivas marcas, capazes de proporcionarem iluminação criativa e de qualidade.
Leitor multimédia Epson P7000
A prenda ideal para fotógrafos que passam muito tempo fora a fotografar e que por motivos vários não podem andar com um portátil às costas. Permite visualizar quase todos os formatos RAW e tem um disco de 160Gb. O monitor tem cerca de 10 cm de tamanho e usa a tecnologia PictBridge que lhe permite imprimir sem estar ligado a um computador.
Artic Butterfly 724
Uma ferramenta para limpar os sensores das câmaras digitais e é considerado por muitos a melhor na sua especialidade. Pessoalmente tenho o modelo abaixo e funciona muito bem, recomendado para pessoas que necessitam de limpar o sensor com frequência em conjunto com as espátulas e o líquido de limpeza da mesma marca.
Tripé Manfrotto 190XPROB + rótula 804RC2
Excelente escolha em tripés a Manfrotto sempre conseguiu fazer produtos com boa tecnologia a bom preço. Este é um tripé em polímero (Adapto) mais leve que o alumínio e a cabeça é uma cabeça de três eixos com outros tantos manípulos. Uma excelente escolha e óptima relação preço/qualidade, para obter mais e melhor é preciso gastar 3x mais para reduzir 200 ou 300 gramas…

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