Conheci o trabalho de Carlo Van de Roer através da 20×200 e da sua série ‘Swim‘, foi um trabalho que me captou a atenção (e que está na minha shopping lista da 20×200) pela atmosfera tranquila que consegue captar em cenas banais do quotidiano balnear. Existem nas suas fotografias uma certa sensação de solidão, de desfazamento e de afastamento; reparem na primeira fotografia que ilustra este artigo e vejam como os figurantes não só se apresentam de costas viradas em relação aos outros mas também como se afastam uns dos outros.
Outra séria que gosto particularmente é a ‘Orb‘, aqui num registo mais esotérico e rico de significados paranormais, no sentido em procura uma nova linguagem para os registos de orbs – pequenas esferas de luz que os pesquisadores de fantasmas reclamam como provas da sua existência – e a actualiza. Interessante este jogo de linguagens entre o paranormal e seus chavões, o nevoeiro é um deles, e as suas fotografias da série acima (Swim).
Esta fotografia é um das minhas favoritas e acabei por a comprar na 20×200 e apesar de ter sofrido um ‘acidente’ nos CTT já foi substituída por uma nova e faz parte da minha colecção pessoal.
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