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	<title>Comentários em: Qual o limite para a edição de fotos?</title>
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	<description>fotografia e divagações de mário venda nova</description>
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		<title>Por: A tecnologia não tem alma. at O Elogio da Sombra</title>
		<link>http://oelogiodasombra.com/2007/11/21/qual-o-limite-para-a-edicao-de-fotos/#comment-1581</link>
		<dc:creator><![CDATA[A tecnologia não tem alma. at O Elogio da Sombra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2007 23:45:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Ainda a propósito da minha recente entrada &#8216;Qual o limite para a edição de fotos&#8216; e após alguns comentários, a favor e contra a edição de imagens, o mais recente do Tiago, pego outra vez no assunto a propósito do II concurso de fotografia da Epson. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Ainda a propósito da minha recente entrada &#8216;Qual o limite para a edição de fotos&#8216; e após alguns comentários, a favor e contra a edição de imagens, o mais recente do Tiago, pego outra vez no assunto a propósito do II concurso de fotografia da Epson. [...]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Tiago</title>
		<link>http://oelogiodasombra.com/2007/11/21/qual-o-limite-para-a-edicao-de-fotos/#comment-1580</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 16:05:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Olá Mário.
Tenho um conceito diferente da fotomanipulação, do teu e o da Ana. Eu também gosto das fotografias reais, das fotografias com imperfeições, com rugas, sardas, estrias... as coisas naturais numa pessoa. Não estou de acordo com as fotografias de manequins em determinadas revistas em que, com a ajuda do Photoshop, lhes são disfarçadas as imperfeições. Não correspondem à realidade e formam um padrão de beleza inatingível e que ilude as pessoas.
No entanto existe uma outra fotomanipulação, como a tal da introdução de &quot;céus dramáticos&quot;, entre outros que considero plausíveis do ponto de vista estético. Uma coisa é a nossa opinião e o nosso gosto, mas não podemos cair no extremismo e rejeitar à partida a fotomanipulação ou condenar quem a usa. A fotomanipulação, que atingiu o seu culminar com o Photoshop é um tipo de arte, é um género de estética que não podemos rejeitar à partida.

Por exemplo, &lt;a href=&quot;http://blog.uncovering.org/archives/2007/11/david_field_fot.html&quot;&gt;David Field&lt;/a&gt; é um fotógrafo ou não? Para muitos não será, para outros sim. Para outros será uma outra espécie de artista.

Mas entendo o vosso ponto de vista.

Abraço Mário, espero que esteja tudo bem. Um dia destes fazemos-lhe uma visita no banco. ;)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mário.<br />
Tenho um conceito diferente da fotomanipulação, do teu e o da Ana. Eu também gosto das fotografias reais, das fotografias com imperfeições, com rugas, sardas, estrias&#8230; as coisas naturais numa pessoa. Não estou de acordo com as fotografias de manequins em determinadas revistas em que, com a ajuda do Photoshop, lhes são disfarçadas as imperfeições. Não correspondem à realidade e formam um padrão de beleza inatingível e que ilude as pessoas.<br />
No entanto existe uma outra fotomanipulação, como a tal da introdução de &#8220;céus dramáticos&#8221;, entre outros que considero plausíveis do ponto de vista estético. Uma coisa é a nossa opinião e o nosso gosto, mas não podemos cair no extremismo e rejeitar à partida a fotomanipulação ou condenar quem a usa. A fotomanipulação, que atingiu o seu culminar com o Photoshop é um tipo de arte, é um género de estética que não podemos rejeitar à partida.</p>
<p>Por exemplo, <a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/11/david_field_fot.html">David Field</a> é um fotógrafo ou não? Para muitos não será, para outros sim. Para outros será uma outra espécie de artista.</p>
<p>Mas entendo o vosso ponto de vista.</p>
<p>Abraço Mário, espero que esteja tudo bem. Um dia destes fazemos-lhe uma visita no banco. ;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: mário venda nova</title>
		<link>http://oelogiodasombra.com/2007/11/21/qual-o-limite-para-a-edicao-de-fotos/#comment-1579</link>
		<dc:creator><![CDATA[mário venda nova]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 18:57:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oelogiodasombra.com/?p=937#comment-1579</guid>
		<description><![CDATA[Ana, primeiro obrigado pela sua visão pessoal sobre esta questão, segundo não peça desculpa depois desta intervenção espero pela próxima.
Há uns anos atrás comprava uma revista portuguesa e que começou a incluir tutoriais de como &#039;falsear&#039; fotos (desculpem mas não consigo dizê-lo de outra forma), logo a seguir um participante num concurso dessa revista ganhou com uma foto cujo céu tinha sido &#039;adicionado&#039; à posteriori. Deixei de comprar, não é por aí que vou, lamento. A propagação desse estilo dramático que a Ana refere tem o efeito perverso de tomar o impacto visual pelo impacto emocional e isso não augura nada de bom. Pelo menos para mim...

Um abraço para si.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, primeiro obrigado pela sua visão pessoal sobre esta questão, segundo não peça desculpa depois desta intervenção espero pela próxima.<br />
Há uns anos atrás comprava uma revista portuguesa e que começou a incluir tutoriais de como &#8216;falsear&#8217; fotos (desculpem mas não consigo dizê-lo de outra forma), logo a seguir um participante num concurso dessa revista ganhou com uma foto cujo céu tinha sido &#8216;adicionado&#8217; à posteriori. Deixei de comprar, não é por aí que vou, lamento. A propagação desse estilo dramático que a Ana refere tem o efeito perverso de tomar o impacto visual pelo impacto emocional e isso não augura nada de bom. Pelo menos para mim&#8230;</p>
<p>Um abraço para si.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://oelogiodasombra.com/2007/11/21/qual-o-limite-para-a-edicao-de-fotos/#comment-1578</link>
		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Nov 2007 03:10:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.oelogiodasombra.com/?p=937#comment-1578</guid>
		<description><![CDATA[É verdade... Tantas vezes me deparo com galerias de fotografias que seriam bonitas se não fossem tão irreais...

Hoje em dia, as fotografias mais apreciadas são de modelos cuja pele não tem poros, rugas, ou o que quer que seja que lhes confira um pouco de realidade... As paisagens são exageradamente trabalhadas a ponto de não se reconhecer um local pelo qual se passa todos os dias (já me aconteceu)...

Não sou grande fotógrafa, não tenho muita experiência, mas o facto é que já vi um número considerável de fotos... E a maioria das actuais (a menos que se saiba exactamente onde procurar bons trabalhos) desiludem-me. Está cada vez mais a correr-se na direcção do irreal...

Além disso, cria-se a ilusão de que todas as fotos deveriam ser assim... Que é feito do fotojornalismo que vive da fotografia tirada no segundo exacto? Da vontade de retratar o mundo como ele é, em vez de o querer fazer parecer-se com o nosso conceito distorcido de beleza? Distorcido, porque devia olhar-se para o mundo e achá-lo bonito por si, e não tentar melhorá-lo até à irrealidade...

Eu gosto de rugas nas fotos, de sardas, das (im)perfeições características da humanidade; gosto de paisagens simples, sem céus cor de laranja, sem areias douradas, sem céus com a quantidade &quot;x&quot; de nuvens que lhe dão um &quot;tom dramático&quot;, sem a relva verdinha dos filmes e as casinhas com o topo de neve; gosto de fotografia conceptual inovadora e não do repisar do mesmo de sempre...

Eu, como tentativa de aprender um pouco mais sobre fotografia, tenho o hábito de comprar &quot;O Mundo da Fotografia Digital&quot;... E é com demasiada frequência que encontro artigos sobre &quot;como acrescentar um céu dramático às suas fotos&quot;, ou &quot;como alterar o fundo da sua fotografia&quot;, ou ainda &quot;como reconstituir pétalas das flores&quot;... É a tendência, uma vez mais... Tendência essa que se devia tentar contrariar, na minha opinião...

Enfim, acho que nunca tinha comentado, o Tiago já o fez algumas vezes... Ficou um comentário do tamanho de 4 ou 5 normais, peço desculpa.

Tudo de bom*]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É verdade&#8230; Tantas vezes me deparo com galerias de fotografias que seriam bonitas se não fossem tão irreais&#8230;</p>
<p>Hoje em dia, as fotografias mais apreciadas são de modelos cuja pele não tem poros, rugas, ou o que quer que seja que lhes confira um pouco de realidade&#8230; As paisagens são exageradamente trabalhadas a ponto de não se reconhecer um local pelo qual se passa todos os dias (já me aconteceu)&#8230;</p>
<p>Não sou grande fotógrafa, não tenho muita experiência, mas o facto é que já vi um número considerável de fotos&#8230; E a maioria das actuais (a menos que se saiba exactamente onde procurar bons trabalhos) desiludem-me. Está cada vez mais a correr-se na direcção do irreal&#8230;</p>
<p>Além disso, cria-se a ilusão de que todas as fotos deveriam ser assim&#8230; Que é feito do fotojornalismo que vive da fotografia tirada no segundo exacto? Da vontade de retratar o mundo como ele é, em vez de o querer fazer parecer-se com o nosso conceito distorcido de beleza? Distorcido, porque devia olhar-se para o mundo e achá-lo bonito por si, e não tentar melhorá-lo até à irrealidade&#8230;</p>
<p>Eu gosto de rugas nas fotos, de sardas, das (im)perfeições características da humanidade; gosto de paisagens simples, sem céus cor de laranja, sem areias douradas, sem céus com a quantidade &#8220;x&#8221; de nuvens que lhe dão um &#8220;tom dramático&#8221;, sem a relva verdinha dos filmes e as casinhas com o topo de neve; gosto de fotografia conceptual inovadora e não do repisar do mesmo de sempre&#8230;</p>
<p>Eu, como tentativa de aprender um pouco mais sobre fotografia, tenho o hábito de comprar &#8220;O Mundo da Fotografia Digital&#8221;&#8230; E é com demasiada frequência que encontro artigos sobre &#8220;como acrescentar um céu dramático às suas fotos&#8221;, ou &#8220;como alterar o fundo da sua fotografia&#8221;, ou ainda &#8220;como reconstituir pétalas das flores&#8221;&#8230; É a tendência, uma vez mais&#8230; Tendência essa que se devia tentar contrariar, na minha opinião&#8230;</p>
<p>Enfim, acho que nunca tinha comentado, o Tiago já o fez algumas vezes&#8230; Ficou um comentário do tamanho de 4 ou 5 normais, peço desculpa.</p>
<p>Tudo de bom*</p>
]]></content:encoded>
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