Fui de férias para o Gerês. Uma semana para relaxar, fugir da cidade e explorar locais para posteriormente ir fotografar. Levei o costume: mochila, a D200, AF DX Fisheye-Nikkor 10.5mm f/2.8G ED, AF-S DX Zoom-Nikkor 12-24mm f/4G IF-ED, AF-S VR Micro-Nikkor 105mm f/2.8G IF-ED e AF-S VR Zoom-Nikkor 70-200mm f/2.8G IF-ED+AF-S Teleconverter TC-14E II, ainda acrescido do tripé. Nenhum destes itens saiu da mochila. A luz estava muito dura, o sol abrasador e o calor era demais. Fiquei-me pelas explorações e é disso que vou falar durante alguns artigos ilustradas com os meus apontamentos e fotografias tiradas por mim e pela Sónia com uma Nikon P5000.
Ficamos hospedados no Aparthotel Gerês, mesmo à saida da Vila do Gerês, num local sossegado e com uma vista deslumbrante, como podem verificar nestas fotos.
(vista da sala do apartamento)
(vista do terraço comum)
O serviço é bom, os apartamentos são modernos, bem equipados e são limpos todos os dias. Daqui deslocamo-nos practicamente para todo o Parque Nacional da Peneda-Gerês e para o Parque do Xurés em Espanha.
Em relação às viagens em si foram um misto de desilusão e descoberta. Desilusão porque a Mata de Palheiros-Albergaria está completamente seca, os rios Macieira e Homem (visíveis de imediato para quem entra na referida Mata) estão quase sem água, na Mata propriamente dita está tudo coberto por uma camada fina de pó e grande parte das fontes e riachos estão secos. Água, nem vê-la. A cascata de Leonte, espectacular, estava também seca; do lado espanhol a Corga da Fecha está tão seca que é difícil dizer que ali corre uma das mais espectaculares cascatas do Parque do Xurés. Também no capítulo dos rios e cascatas, a do Arado, a de Pitões, os rios Arado, Caldo e Gerês também estão practicamente secos nesta altura. Difícil fazer boa fotografia nestas condições, reconheço e por isso a mochila ficou, invariavelmente, guardada no hotel todos os dias. Descoberta porque fiz algumas viagens por locais que conhecia mal, e que conheço um pouquinho melhor agora, e assim cimentar os meus conhecimentos de locais para futuras deslocações fotográficas. O planalto da Mourela foi o que me entusiasmou mais, com a cascata de Pitões, com o mosteiro na margem do rio que uns metros abaixo se despenha pela encosta abaixo, a cascata do Arado foi outra boa descoberta, a viagem de Brufe até a aldeia de Ermida (com uma subida final de cerca de 10%) e a viagem desde o Soajo até a Srª da Peneda, atravessando o Mezio, foram as que me ficaram na memória.
E no final de um dia de descobertas que bem me sabia regressar ao hotel e repousar…

Link: Aparthotel Gerês.
Estive hospedada um fim de semana no aparthotel do gerês e adorei. Fui muito bem recebida, com muita simpatia por parte de todos e as condições são óptimas. Não vejo a hora de lá voltar. recomendo a toda a gente.
Ana, também gostei muito do alojamento e das pessoas que trabalham neste hotel, são simpáticas e estão prontas a ajudar quando surge alguma dúvida ou problema. Está nos meus favoritos.
Obrigado pelo seu comentário e bem-vinda ao ‘elogio da sombra’,.
se me permite, para quem estiver à procura de alojamento no Geres, fica aqui este blog para ajuda:
http://www.discovergeres.com/index