03
Dez
09

Exposição “Nunca” de José Júpiter.


Aqui está o vídeo da montagem e inauguração da exposição do José Júpiter, Nunca, na galeria Colorfoto.

25
Nov
09

Nunca

É com enorme prazer que anuncio esta nova exposição na galeria Colorfoto, “Nunca” de José Júpiter (pseudónimo de José Carlos Duarte).
Esta é a difícil terceira exposição e reúne as condições para ser uma exposição excepcional. Não percam a inauguração no próximo dia 28/Nov. às 16:00.

24
Nov
09

Jenn Hoffman.

© Jenn Hoffman

Fotografia de moda/beleza/publicidade, escorreita e sem nenhuma marca particular. No entanto se a fotografia de moda é do vosso agrado talvez haja aqui algo de interesse. É difícil sobreviver num mercado onde já tudo foi feito mas no entanto ainda existem fotógrafos a fazer trabalhos inovadores nesta área mas de facto Jenn Hoffman não me parece marcante nem detentora de um olhar que a diferencie de tantos outros. Fica no entanto o registo, a vossa opinião pode ser diferente da minha.

© Jenn Hoffman

23
Nov
09

Novidades do Japão…

Foi uma semana intensa mas foi pelo correio chegou aquilo que me ocupou os dias: uma nova encomenda da Japan Exposures. Foi remetida no sábado dia 14 e na quarta-feira seguinte estava cá.
Reconheço o meu ainda profundo desconhecimento sobre os fotógrafos japoneses e sobretudo das suas monografias, de facto não sabia o que estava a perder; pegar num livro japonês é de facto uma experiência importante para perceber os livros de fotografia. Nesse campo os japoneses estiveram durante muito tempo, e talvez ainda estejam, mais avançados em termos de design e organização em relação aos fotógrafos ocidentais. Os japoneses pensam no livro como um todo e as fotografias são escolhidas em função do conjunto e não em função de cada imagem, uma monografia japonesa deve ser analisada no global. Mas vamos ver algumas das escolhas que fiz:

Dragonfly – Koji Onaka
Este livro interessou-me bastante pelo uso da cor e pelo facto de estar assinado; de facto o último livro de Koji Onaka (e que faz parte de um conjunto onde se integra também este livro) esgotou e está bastante valorizado no mercado de usados.
A cor bastante garrida e por vezes sombria é usada para mostrar um Japão suburbano e industrializado, caótico e desorganizado.

Slowly down the river – Yasuhiro Ogawa
Yasuhiro Ogawa percorreu toda a zona da construção da barragem das três gargantas na China durante um longo período e captou a desolação e tristeza dos milhares de habitantes que foram desalojados para dar lugar a uma das maiores albufeiras do mundo. É um livro a cores que a usa como símbolo dos sentimentos dos retratados com excelente composição e uma história bem contada. Muito bom e altamente recomendado.

Tokyo aruki – by Nobuyoshi Araki
Um pequeno livro do Araki, uma deambulação pelas ruas de Tóquio e que tem a particularidade de mostrar a cidade pelos olhos deste mestre da fotografia japonesa de uma forma descomprometida e alegre ao longo de várias séries. De salientar que no final do livro – os textos infelizmente estão apenas em japonês – estão alguns mapas das zonas onde Araki andou a fotografar e onde estão assinalados os percursos efectuados pelo fotógrafo em cada série.

Zokushin – Hiromi Tsuchida
Reedição do clássico da década de 70, revisto, acrescentado de mais algumas fotografias em relação ao original e assinado pelo autor.
Fotografia a preto&branco, neste livro o fotógrafo retrata um Japão tradicional em vias de se perder no boom económico e político de abertura ao ocidente dos anos 60 e 70. Muito bom.

Nippon Gekijou 1965-1970 + Nanika e no tabi, 1971-1974 – Daido Moriyama
Estes dois livros recolhem a obra de Moriyama efectuado para revistas nas datas assinalados nos respectivos volumes. Aqui está Moriyama na sua máxima criatividade e é absolutamente imprescindível para contextualizar e estudar este famoso fotógrafo japonês. Vai ao pormenor de incluir alguns anúncios de época e de manter a paginação original.

16
Nov
09

Novo projecto.

Por vezes puxar os limites do que fazemos pode ser bom. Limitar ao mesmo tempo, simplificar, as ferramentas usadas. Assim nasce o ‘contos de uma cidade silenciosa‘. Nasce de uma necessidade de traçar novos rumos, puxar os limites do que faço, sair de uma certa zona confortável e confrontar alguns fantasmas. Nasce da necessidade de depurar técnicas e ferramentas e para isso nada melhor do que uma câmara que está sempre à mão: a do telemóvel. Neste caso um BlackBerry 9000.

O conceito gira à volta da solidão, tristeza e do número nove. Apesar de estarmos sempre ligados – seja via telemóvel, internet, email, computador, etc. – o sentimento de solidão e isolamento é cada vez maior. Cada vez mais os centros das cidades são abandonados ao final de um dia de trabalho e hordas de carros e pessoas regressam às suas casas numa rotina infindável, ‘amaciada’ por um consumo desenfreado que disfarça o vazio que cada um de nós sente diariamente.

Mas o 9 tem um significado especial, e não só na cultura chinesa, mas na mitologia de diversas culturas, estando associado em quase todas à medida exacta da busca de proveito, ao corolário dos esforços, ao encerrar de um ciclo e início de outro superior, já que é o maior número singular.(…)
Nove é também o número de esferas celestes, de oríficios do corpo humano e dos meses de gravidez.(…)
A cultura japonesa é provavelmente uma excepção no que se refere à simbologia em que o número nove está envolvido, estando associado a azar e sofrimento.(…)
fonte: DN.

Começando hoje serão publicadas três fotografias por dia, ao fim de três dias serão nove (três dias são 72 horas e 7+2 é igual a nove), sempre publicadas às 03:00, 12:00 e 21:00. A soma destes números é 36, cuja soma (3+6) é igual a nove.
É certamente o início de um ciclo novo, talvez de sorte, talvez de sofrimento, talvez de azar.
As fotografias são a preto&branco e saem assim do BlackBerry ou seja não têm nenhum pós-tratamento digital. Estou bastante interessado num trabalho ‘visceral’ sem intermediários, tal e qual como sai da câmara, se sair bem fica, se sair mal é eliminado.
As influências são várias desde a fotografia japonesa à BD, passando pela música e pela poesia, memórias de canções e textos que li desde que me conheço. O nome do projecto nasce do nome de uma música de um grupo e que surgiu numa pesquisa no iTunes com a finalidade de fazer uma pesquisa para dar título ao projecto (é assim que nascem todos os títulos dos meus projectos). Depois de ter o conceito do projecto e de ter o esqueleto do que pretendo fazer vou à procura do título de uma música (ou muito raramente de um disco) que se adapte ao projecto.

15
Nov
09

Prix Pictet 2009 em vídeo.

13
Nov
09

Inauguração na Mundo Fantasma.

GMF

MUCHA marca o tão aguardado regresso à BD do romancista David Soares (Lisboa Triunfante, A Conspiração dos Antepassados), numa história de horror intimista, subversiva e inteligente, bem reveladora da voz autoral ímpar que define a obra do erudito autor. Baseada na premissa da peça surrealista Rhinocéros, de Eugène Ionesco, MUCHA é uma extravagância visceral sobre a ameaça de desumanização que pende sobre a cabeça de Rusalka, uma camponesa que se vê, de um dia para o outro, imergida num mundo que insiste em ser uniforme, perigoso e destituído de qualidades. Ilustrado por Osvaldo Medina (A Fórmula da Felicidade) e Mário Freitas (Super Pig) num estilo negro singular que recupera o expressionismo gótico das bandas desenhadas clássicas de horror, MUCHA apresenta cenas de cortar a respiração, pautadas por um ritmo frenético que não deixará nenhum leitor indiferente; ou doravante tranquilo perante uma simples mosca.
Da mente do argumentista associado das Produções Fictícias, NUNO DUARTE (Bocage, Inimigo Público), e ilustrado com subtileza por OSVALDO MEDINA (A Tua Carne É Má) e ANA FREITAS, A FÓRMULA DA FELICIDADE. Apresenta-nos a vida de Victor, o filho de uma vendedora hippie de marijuana e de um pedaço de vinil de um álbum de Jimmy Hendrix. Este jovem génio enterrado algures no Baixo-Alentejo ganha novo alento quando descobre a fórmula matemática da felicidade. É entre o mito e a verdade da sua figura que se apercebe que é mais fácil oferecer felicidade do que obtê-la. Começa aqui a jornada de descoberta de um deus em potência que, na realidade, quer ser apenas um homem comum.

“Expor e comercializar originais além de reproduções de qualidade é o objectivo fundamental da GALERIA MUNDO FANTASMA. Dos mais prestigiados nomes mundiais, aos novos valores, passando pelos autores nacionais, o programa da galeria pretende desenvolver um panorama intenso da banda desenhada enquanto arte maior.”

Galeria Mundo Fantasma
Avenida da Boavista, 267
1º. Andar, Loja 509/510
http://blog.mundofantasma.com/




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  • A expo inaugura no sabado 28/Nov pelas 16:00 hrs. Conto c/ a v/ visita! 1 week ago
  • Estou a preparar a expo do Jose Jupiter, "Nunca". 1 week ago
  • A ver o "Flashfoward"... No canal AXN 1 week ago

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